Acabo de por as mãos no novo Visual Studio, que vai suceder o Visual Studio 2008, de codename Rosario. A Microsoft já tem uma página só para ele, onde você pode baixar uma imagem do Virtual PC com Windows Server 2003 (porque não 2008, não é?) para rodá-lo, já com SQL Server, Sharepoint e Team Foundation Server.
É o sonho de qualquer arquiteto de software que trabalhe em ambiente Microsoft (e tem ambiente melhor?). Até hoje eu uso o Visio para modelar meus casos de uso, diagramas de sequência e atividades. O diagrama de classes já existe no Visual Studio e ele é lindo, já se mantem totalmente atualizado com relação ao código, é possível adicionar métodos, propriedades e eventos, e trabalhar associação e herança. Quem lê meus artigos na .Net Magazine sabe, uso direto os diagramas para apresentar as soluções. Mas, passado este momento, sou obrigado a criar os outros diagramas no Visio. Porque? E para interagir com o resto do Team System, como o Team Foundation Server? A não ser que eu faça de cada diagrama um arquivo, não é muito fácil associar esses itens à work items (entre outros problemas).
Pois é, aí entra o novo Visual Studio. O vi anunciado no Tech-ed americano. Foi difícil acreditar no que vi. Vi um diagrama das camadas da aplicação, dentro do Visual Studio. E do Visual Studio 2008, porque eu reconheci a cara dele. Não era possível. Fui verificar na minha versão Team Suite, que tem tudo que pode ter, e não tinha. Oras, onde estava? Então descobri o Rosario.
Coloco abaixo algumas mudanças. Para começar, vejam o Add New Item. Reparem nos novos itens, como diagrama de sequência e atividades:
Abaixo um diagrama de casos de uso. Como é uma versão inicial, a usabilidade ainda está bem ruinzinha, mas já dá para ver onde vai chegar. E ele está suportando inclusive os cenários de uso. Imagina você associando um use case a uma função ou grupo de funções ou classes? Ia ser lindo.
Abaixo há o Architecture Explorer do Visual Studio. É possível navegar por toda a solução, tipos, métodos, etc. Para criar um teste basta selecionar “Test” (vejam janela da direita). Mas cuidado, dá pau ainda (dá-lhe código alpha…). Para compor um diagrama de sequência basta selecionar “Insert into Active Diagram”. Eu fiz isso. E funciona. E é lindo. Eu nem acreditei. Veja o resultado na imagem em seguida.
Esse diagrama de sequência foi feito sozinho pelo Visual Studio, analisando o código digitado. Ele verificou as interações do código e compôs o diagrama.
Mais fácil atualizar a documentação impossível. Imagina que ao final do projeto você clica em um botão e fala “gera”, e do outro lado sai um PDF ou XPS prontinho. Acabou aquele problema de documentação desatualizada no final do projeto.
Enfim, vou escrever um pouco mais assim que conhecê-lo melhor e vou contando por aqui nos próximos posts.
Ninguém avaliou. Dê sua nota!
- Currently 0/5 Stars.
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5