Terminei minha instalação. É bem tranquilo. Já vou avisando, separe pelo menos uma hora e meia, depedendo do seu PC, mais que duas horas. Demora mesmo. Mas vai. O SP1 do Visual Studio 2008, que também não era só uma coleção de correções (trazia novidades como a nova opção de Web Application, em adição ao Web Site), também demorava. Mas esse SP ganhou em espera.

Já o SQL Server 2008 fez o upgrade rápido. Meia hora depois do último clique. Aliás, já testei, e já posso adiantar que o novo SQL Server Management Studio com Intelisense é o máximo. Depois mostro aqui.

Tudo já está rodando diretinho. E você, está esperando o que?


Postado na(s) categoria(s) Visual Studio pelo giovanni bassi em 12 de agosto de 2008 às 00:43 | Tags: , ,

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Acaba de sair hoje o Service Pack 1 do Framework 3.5, juntamente com o SP1 do VS 2008. Você pode baixá-los aqui e aqui. O SP do Visual Studio também pode ser baixado em formato ISO, o que te permite otimizar o download se você tem um download manager. O ISO está aqui.

Alguns links legais para quem quer saber um pouco mais sobre o release:

  1. Por que o VS 2008 SP1 não se chama VS 2009, no blog da Mary Jo Foley.
  2. Post do Somasegar, que sempre detalha bem o que está saindo de novo.

Com o SP 1 o Visual Studio 2008 passa a suportar também o SQL Server 2008. Eu havia tido problemas ao tentar instalar o SQL Server 2008, porque ele pedia o VS 2008 SP1. Imagino que agora consigo instalar. Cheguei a questionar se o RTM do SQL Server 2008 trabalhava com o Beta do VS 2008 SP1. Na verdade, os releases foram separados somente alguns dias, o que levou a essa confusão.

Já tem também alguns brasileiros falando, como o Renato Guimarães, sempre ligadaço.

O que você ganha de significativo, na minha opinião, com o SP1 para o VS 2008:

  • Melhorias no designer do WPF;
  • Suporte ao SQL Server 2008;
  • ADO.NET Entity Designer;
  • Melhorias no Visual Studio Team System Team Foundation Server (TFS), melhorando o versionamento, performance, integração de e-mail, e suporte ao SQL Server 2008;
  • Mais suporte ao javascript (mais?? inacreditável);
  • Mais AJAX.

E com o SP 1 do .Net Framework:

  • Melhorias de performance entre 20 e 45% para aplicações WPF (sem mecher no código);
  • Mais controle sobre o WCF;
  • ADO.NET Entity Framework;
  • ADO.NET Data Services;
  • Suporte às novidades do SQL Server 2008.

Há suporte ao ASP.Net MVC Preview 3. Será que o P4 funciona? Depois atualizo vocês com o que eu descobrir.

É… e eles lançaram mesmo o Entity Framework do jeito que estava. Mesmo com as criticas fortes da comunidade ao EF, não houveram grandes mudanças. Cheguei até a bater uma bola com o Otavio Pecego Coelho, arquiteto da Microsoft, no blog dele, sobre o EF. Ele ficou de colocar um exemplo mostrando que eu poderia ver as coisas de outra maneira com relação ao EF, estou aguardando.

Concordo com a Mary Jo Foley quando ela sugere chamar o VS 2008 de VS 2009. Mas acho que, na prática, ia ser difícil vender uma versão nova depois de apenas 8 meses, e esse deve ter sido um dos grandes motivos da manutenção do nome e ter feito da atualização um SP. Mas que tem muita novidade para ser um Service Pack, tem. Não é só um monte de correções de bugs, como pode-se notar. Tem um monte de coisa nova. Enfim, os nomes dos softwares relacionados ao .Net continuam confusos.

Meu SP 1 está neste momento em processo de instalação. Fiquem atentos à ferramenta de limpeza do Hotfixes do Visual Studio 2008. Vocês podem precisar dar uma faxinada no seu ambiente antes de instalar o SP 1.

E assim que terminar de instalar, vou terminar minha instalação de SQL Server 2008.

E vou matar uma VM, que agora ficou inútil, já que só servia para os testes do SP 1.

E vocês quando pretendem instalar?


Postado na(s) categoria(s) Visual Studio , .Net Framework pelo giovanni bassi em 11 de agosto de 2008 às 21:14 | Tags: , , , ,

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Acabo de por as mãos no novo Visual Studio, que vai suceder o Visual Studio 2008, de codename Rosario. A Microsoft já tem uma página só para ele, onde você pode baixar uma imagem do Virtual PC com Windows Server 2003 (porque não 2008, não é?) para rodá-lo, já com SQL Server, Sharepoint e Team Foundation Server.

É o sonho de qualquer arquiteto de software que trabalhe em ambiente Microsoft (e tem ambiente melhor?). Até hoje eu uso o Visio para modelar meus casos de uso, diagramas de sequência e atividades. O diagrama de classes já existe no Visual Studio e ele é lindo, já se mantem totalmente atualizado com relação ao código, é possível adicionar métodos, propriedades e eventos, e trabalhar associação e herança. Quem lê meus artigos na .Net Magazine sabe, uso direto os diagramas para apresentar as soluções. Mas, passado este momento, sou obrigado a criar os outros diagramas no Visio. Porque? E para interagir com o resto do Team System, como o Team Foundation Server? A não ser que eu faça de cada diagrama um arquivo, não é muito fácil associar esses itens à work items (entre outros problemas).

Pois é, aí entra o novo Visual Studio. O vi anunciado no Tech-ed americano. Foi difícil acreditar no que vi. Vi um diagrama das camadas da aplicação, dentro do Visual Studio. E do Visual Studio 2008, porque eu reconheci a cara dele. Não era possível. Fui verificar na minha versão Team Suite, que tem tudo que pode ter, e não tinha. Oras, onde estava? Então descobri o Rosario.

Coloco abaixo algumas mudanças. Para começar, vejam o Add New Item. Reparem nos novos itens, como diagrama de sequência e atividades:

Add new item do Visual Studio Codename Rosario

Abaixo um diagrama de casos de uso. Como é uma versão inicial, a usabilidade ainda está bem ruinzinha, mas já dá para ver onde vai chegar. E ele está suportando inclusive os cenários de uso. Imagina você associando um use case a uma função ou grupo de funções ou classes? Ia ser lindo.

Use case no Visual Studio Codename Rosario

Abaixo há o Architecture Explorer do Visual Studio. É possível navegar por toda a solução, tipos, métodos, etc. Para criar um teste basta selecionar “Test” (vejam janela da direita). Mas cuidado, dá pau ainda (dá-lhe código alpha…). Para compor um diagrama de sequência basta selecionar “Insert into Active Diagram”. Eu fiz isso. E funciona. E é lindo. Eu nem acreditei. Veja o resultado na imagem em seguida.

Architecture Explorer do Visual Studio Codename Rosario

Esse diagrama de sequência foi feito sozinho pelo Visual Studio, analisando o código digitado. Ele verificou as interações do código e compôs o diagrama.

Sequence Diagram do Visual Studio Codename Rosario

Mais fácil atualizar a documentação impossível. Imagina que ao final do projeto você clica em um botão e fala “gera”, e do outro lado sai um PDF ou XPS prontinho. Acabou aquele problema de documentação desatualizada no final do projeto.

Enfim, vou escrever um pouco mais assim que conhecê-lo melhor e vou contando por aqui nos próximos posts.


Postado na(s) categoria(s) Arquitetura , Visual Studio pelo Giovanni Bassi em 1 de julho de 2008 às 22:49 | Tags: , , ,

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Estava precisando rodar um script em uma base de dados, e por acaso era uma User Instance, e não uma base padrão do SQL Server. Vocês se lembram o que é uma user instance, certo? É uma base que fica em um arquivo MDF solitário, que não está disponível através de uma conexão padrão do SQL. Ela deve ser anexada por um código .Net. São muito comuns em projeto web, principalmente de testes, e era este mesmo esse o caso. Eu tinha uma instância de usuário e precisava rodar um script:

userinstancessqlserver

Pois bem. Sapequei o Server Explorer do Visual Studio, achei a base, e selecionei "New Query"

serverexplorernewqueryvisualstudio

Inseri o script. Foi pau atrás de pau. Pensei "Não é possível! Não dá para rodar scripts em user instances?" Dá. Veja só como:

Abra o SQL Management Studio ou a ferramenta que você achar melhor (não sendo o VS...). Conecte como admin em alguma base qualquer, pode até ser a master. Rode a seguinte query:

SELECT owning_principal_name, instance_pipe_name
FROM sys.dm_os_child_instances

Vai aparecer o seguinte nos resultados:

owning_principal_name instance_pipe_name
<Maquina>\<Usuario> \\.\pipe\C1377ECE-A57A-48\tsql\query

Essa string em instance_pipe_name é mágica. Coloque ela na string de conexão e voilà. Você está conectado:

sqlmanagementstudioconnecttoserver

Dêem uma olhada. A conexão aberta possui uma base de dados com um nome estranho. Essa é nossa base.

ConexaoRealizada

Atente que você pode ter problemas de conexão (por padrão terá). Isso pode acontecer porque o servidor não aceita conexões remotas. Para resolver, abra o surface area configuration (disponível no Start Menu), selecione "Service Area configuration for services and Connections" e ajuste para aceitar TCP e Named Pipes:

sqlsurfaceareaconfiguration

A partir daí é só rodar os scripts. Mais fácil impossível. Have fun!


Postado na(s) categoria(s) Visual Studio , SQL Server pelo Giovanni Bassi em 1 de junho de 2008 às 14:27 | Tags: , ,

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A Microsoft estará lançando em breve o SP1 do .Net Framework 3.5/Visual Studio 2008. Lançou a pouco tempo o Beta 1(baixe aqui, se você ainda não o fez), e a versão final não deve passar de Junho. Um monte de gente, aqui e lá fora já falou sobre isso, entre eles: ScottGu, Somasegar, obviamente Scott Hanselman (do que esse cara não falou?), Renato Guimarães e Cezar Guimarães.

Eu já instalei o meu, funcionou direitinho em uma VM com o VS 2008 instalado do zero, e deu um problema estranho bem no final da instação (que não permitiu terminar) para uma instalação existente já com um monte de outros betas que eu tinha instalado e desinstalado (por isso eu nunca instalo bits muito quentes em minhas máquinas principais, somente VMs feitas pra isso).

Mas não era isso que eu queria falar. O que que eu acho estranho é essa nomeação confusa que a Microsoft anda criando. Vejam só:

  • .Net Framework, Versão 1.0 - Ok, perfeito, primeira versão.
  • Versão 1.1 - ok, versão de updates de bugs, novo minor number, poucos breaking changes, e na prática é a versão que todo mundo usou até a versão seguinte, que é a...
  • Versão 2.0 - wow, grandes atualizações, novo CLR, tudo certo, novo major number.
  • Versão 3.0 - não tivemos um novo CLR, mas tivemos 5 grandes tecnologias, ok, até compreendo o novo major number. Não sei se vocês lembram, mas não ia ser um major, mas um minor number (ia ser versão 2 ponto alguma coisa - 2.x), a própria Microsoft falou sobre isso algumas vezes. O objetivo era dar importância ao release. Começou a ficar estranho...
  • Versão 3.5 - novamente não há um novo CLR (o atual continua muito bom). Mas não é um grande upgrade da versão 3.0. Houveram melhorias no WCF, no WF, no WPF, etc... mas porque pulou do 3.0 para o 3.5??? Novamente acredito que é para dar importância ao release, mas porque não fizeram então chamando a versão de 4.0 de uma vez?
  • Versão 3.5 SP1 - há atualizações de segurança, mas há também uma série de novidades. O Routing, o Dynamic Data, controles novos no AJAX, melhorias no Click Once, entre várias outras. Essa numeração agora ficou realmente confusa. Porque não chamaram de 3.6, ou 4.0?

Esse negócio vai ficar confuso de gerenciar. Alguém pergunta: "Que versão você tem do Framework?", você responde "a versão 3.5", e vem uma nova pergunta "Qual delas?" ou "Com Service Pack?".

Eles poderiam serguir uma numeração mais clara e menos marketeira, mas enfim, vai entender. No fim, todas as tecnologias novas são excelentes, e vão fazer uma grande diferença.

Quem já instalou? Quem já estava pondo a mão nos brinquedos novos (Routing, Dynamic Data, etc)? Comentem aqui ou me mandem um e-mail.


Postado na(s) categoria(s) Visual Studio , .Net Framework pelo Giovanni Bassi em 25 de maio de 2008 às 22:23 | Tags: , , , ,

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Acabo de baixar o exemplo de uso de Routing com WebForms do Phil Haack (se você ainda não leu, sugiro dar uma olhada), e o projeto de testes unitários veio com o framework MbUnit, o qual eu não tenho instalado na minha VM de avaliação de Alphas/Betas/CTPs (não costumo instalar código em desenvolvimento na minha máquina principal).

De cara o projeto já não compilou. Como são somente 3 métodos de testes, foi fácil trocar o MbUnit pelo framework de testes do Visual Studio (que eles chamavam de Team Test, e agora, que o VS Pro também tem, como chama?):

  1. Adicionei a referência à Microsoft.VisualStudio.QualityTools.UnitTestFramework;
  2. Troquei os atributos de testes do MbUnit pelos do VS;
  3. Arranquei os usings do MbUnit;
  4. E arranquei às referências ao MbUnit.

Tudo ótimo, mas ainda não conseguia testar com o Visual Studio. Os botões de testes não apareciam e os menus não habilitavam. Faltava um detalhe. Você precisa informar ao Visual Studio que aquele é um projeto de testes. Faça o seguinte:

  1. Descarregue o projeto => botão direito sobre projeto, Unload Project;
    UnloadProject
  2. Clique novamente com o botão direito sobre o projeto e selecione "Edit <seuprojeto>.csproj"
    EditProjectFile
  3. Inclua o seguinte XML:

    <ProjectTypeGuids>{3AC096D0-A1C2-E12C-1390-A8335801FDAB};{FAE04EC0-301F-11D3-BF4B-00C04F79EFBC}</ProjectTypeGuids>

    Se o projeto for VB, o XML deve ser o seguinte:

    <ProjectTypeGuids>{3AC096D0-A1C2-E12C-1390-A8335801FDAB};{F184B08F-C81C-45F6-A57F-5ABD9991F28F}</ProjectTypeGuids>

  4. Salve, feche, e cliquem em "Reload Project". O menu de botões já vai estar lá:
    BotoesDeTeste
  5. O de testes, no entanto, ainda não vai estar habilitado. Clique no botão de teste "Test List Editor", selecione os testes e rode. É só.

Esse elemento "ProjectTypeGuids", informa ao Visual Studio qual o tipo do projeto. Se alguma vez você carregou um projeto, e o Visual Studio avisou que não dava para carregar porque a feature não estava instalada, aí está a causa. Dê uma olhada nos GUIDs deste elemento e pesquise para descobrir qual a feature que está faltando. Isso acontece não só com projetos de testes mas com todos os projetos específicos do Visual Studio Team System 2005 que forem ser abertos no VS Pro, mas também com VSTO e outros.


Postado na(s) categoria(s) Visual Studio pelo Giovanni Bassi em 2 de abril de 2008 às 22:37 | Tags: , , ,

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Quem é Giovanni Bassi

Giovanni Bassi Sou uma pessoa apaixonada por tecnologia e especificamente por .Net. Gerencio uma fábrica de software, gosto muito de arquitetura e engenharia de software, publico artigos e edito a .Net Magazine. Dou umas palestras e cursos de vez em quando, e quando dá tempo eu respiro um pouco. Mais detalhes nesta página.

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