Quer me fazer alguma pergunta?

Manda lá no Formspring:

http://www.formspring.me/giovannibassi


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo Giovanni Bassi em 29 de janeiro de 2010 às 02:13 | Tags:

image

Amigos leitores deste blog, depois de amanhã eu vou sumir por uns dias, e só volto em Janeiro. Deixo para vocês desejos de um ótimo natal, hanucá, ou outra festa que você comemore. E desejo a todos um ótimo 2010 cheio de C#, Visual Studio e agilidade, pra vocês só terem bons momentos diante do teclado.

Talvez eu ainda exista virtualmente no twitter (@giovannibassi) até Janeiro.

Até breve.


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo Giovanni Bassi em 23 de dezembro de 2009 às 18:57 | Tags:

(Esse é off-topic, fiquem à vontade para pular.)

A inteligência está na barriga! Esse é um breve relato de como entrei no sedentarismo, e como vejo ele relacionado a TI.

Fiquei 7 anos sem mover um músculo além daqueles que garantiam minha sobrevivência. Eu não moro na selva, e não preciso caçar para comer (não considero procurar produtos no supermecado caçar). Isso significa andar o mínimo necessário, ou seja, da porta até o elevador, do elevador até o carro, dos lugares até os restaurantes, e voltar. Por 7 anos eu não corri, não nadei, não fiz musculação, e não subi escadas, senão obrigado.

Para mim coincidiu com um momento em que a demanda profissional estava muito alta. No começo, como estava com vinte e alguns anos, tudo bem. De repente tudo mudou, engordei 10 quilos em um ano, e um quilo após cada ano. Ganhei 16 quilos ao longo deste período. Praticamente todos na barriga (pelo menos parecia). Mudou totalmente minha constituição física, sempre fui magro, em pouco tempo estava totalmente diferente. Meu médico me garantiu que o padrão seguiria nos próximos anos.

Desses 7 anos, namorei cinco com a mesma mulher, e nada como uma mulher legal do seu lado para te dar a confiança necessária de que você está lindo, mesmo o espelho te desdizendo descaradamente. Até tinha planos para levantar da cadeira, mas a correria da minha vida e da dela nos desencorajavam. Quando um podia, o outro não. Resumindo: não íamos, nem ela, nem eu.

Nesse período eu comia desesperadamente. Eu entendo que comer é um dos maiores prazeres da vida, e não ia me desfazer dele. Não ligava que estava engordando. Até me orgulhava um pouco, parecia que meu sedentarismo era resultado do tempo gasto estudando. Enquanto a mente engordava, o corpo acompanhava.

Aí terminou o namoro, e a decisão de levantar ou não da cadeira passou a depender só de mim. Não tinha mais desculpa. Além disso, agora era só o espelho dizendo o que eu não queria ouvir, e ninguém mais contradizendo-o.

Analisei minhas opções. Continuava a engordar, seguia num padrão que sabia que não faria bem para minha saúde, e em poucos anos, na metade entre os 30 e os 40, estaria bem redondo, além de pouco atraente, e agora isso era um problema, já que tinha ficado solteiro. Não haviam opções.

Mas e o tempo? Ao ficar solteiro, ganhei um pouco deste valioso recurso. Na verdade, fazendo as contas, mesmo indo à academia, ia sobrar tempo. À academia então.

Geek quando sai do sedentarismo se sente assim...

Foi duro. Recomeçar a fazer exercício com 30 anos, depois de 7 anos parado foi difícil. Eu, que corria 4 quilometros por dia, e nadava de 4 a 6, todos os dias, por 4 anos até os 18 anos, e depois seguia em outras atividades, não conseguia caminhar por meia hora, correr 5 minutos, fazer sequer 20 abdominais. Era ridículo.

Mas eu sou teimoso determinado, vocês sabem. Me mantive firme. O corpo se acostumou à caminhada quase diária de 1 hora na esteira da academia do meu prédio em menos de um mês. Era importante que fosse fácil ir e voltar da academia, pra não ter desculpa, daí a opção pela academia do prédio. Apesar de não ser a mais provida de recursos, não tinha desculpas como falta de tempo, trânsito, etc. Eu estava determinado a ir sempre que tivesse oportunidade, sem stress. Se eu tinha tempo para ir, eu ia. Se não, não ia, e não me preocupava. Nesse ritmo eu ia umas 4 ou 5 vezes por semana.

Segurei um pouco a alimentação. Diminui a quantidade de comida no almoço, e deixei o jantar mais leve.

Resultado: em 6 meses perdi 12 quilos. Depois dos primeiros 8 quilos diminui o tempo de esteira, e passei a fazer musculação. Agora é só musculação com um leve aquecimento. Fico de 40 minutos a 1 hora. Nunca passou de uma hora, é meu limite.

Hoje não engordo mais. Me sinto mais disposto, posso trabalhar até mais tarde, dormir menos, e aguento melhor a noite, seja estudando seja saindo. Posso comer à vontade! Hoje em dia vou de 3 a 4 vezes na academia por semana, mas se não posso ir por 10 dias por causa de algum compromisso, como o PDC, não me preocupo. Sei que vou voltar em seguida, e me manter em forma. Engordo só um pouquinho nessas oportunidades, mesmo comendo muito, o corpo está com o metabolismo mais acelerado.

Mente sã corpo sãoPasso o meu tempo na academia ouvindo música, podcasts e rádio. Principalmente podcasts. Antes da academia não ouvia nenhum dos podcasts mencionados na minha página de podcasts, porque não tinha tempo de ouvi-los. Aprendi muito com as discussões que ouvi neles, são um recurso valioso. Não conseguiria aguentar o tédio da academia sem ouvir nada, minha mente ia me torturar, ela não para, precisa de algo para se ocupar.

Percebo um certo orgulho nos homens em geral e na comunidade de TI em específico em não fazer exercícios. É como eu disse antes, a barriga parece significado de ocupação, de sucesso. Não é. Hoje consigo conciliar as demandas da vida com as atividades físicas. Percebi que uma hora não mata o meu dia, onde perco muito mais tempo com coisas muito mais inúteis, como o trânsito.

Não estou sozinho neste pensamento. O Ramon Durães toda hora posta uma foto no seu twitter das corridas que faz na praia, lá na Bahia. O Uncle Bob twita seus percursos de bicicleta. O Akita também recentemente retomou seus exercícios. Porque não se juntar a nós? Levante-se da cadeira, não é só de estudo que é feita a vida. Sua namorada e seu coração agradecem.


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo Giovanni Bassi em 16 de dezembro de 2009 às 08:17 | Tags:

Giggio @ Microsoft Quem me acompanha no Twitter, ou estava na última reunião do .Net Architects, sabia que na semana passada estaria em Redmond, em trabalho junto com a Microsoft. Pois é, fui, trabalhei, e voltei, pra contar pra vocês como é estar dentro da matriz da maior empresa de software do mundo, por uma semana. (Foi por isso que eu passei a semana passada sem escrever aqui.)

Infelizmente não vou poder dar detalhes do que fui fazer lá. Assinei um NDA (Non Disclosure Agreement - mais um) onde todo o trabalho feito por lá está sob confidencialidade. Mas posso contar minhas impressões sobre o local, as pessoas e todo o resto.

Cheguei lá no domingo passado, desci no aeroporto de Seattle, que é a maior cidade do estado de Washington. Redmond fica pertinho, e é bem menor do que eu pensava (como vocês podem ver no mapa). É mais perto do Canadá do que da Califórnia, e é uma típica cidade americana, que me lembrou muito o estado onde morei anos atrás, Connecticut. Casas amplas, jardins, ruas pouco congestionadas, pessoas simpáticas, mas com aquela costumeira distância estadunidense. O tempo estava ruim, e ficou ruim até eu ir embora, já que ele estão no outono, o que já é bem mais frio que nosso inverno. Chovia todos os dias aquela chuvinha chata, e a temperatura estava por volta dos 5ºC. Frio.

Segunda fui trabalhar. Junto a mim haviam outros experts (eles nos chamavam assim: experts). Eram profissionais extremamente importantes nas comunidades em que atuam, alguns escreveram livros muito conhecidos, outros cuidam de podcasts igualmente difundidos e outros ainda palestram em eventos por todo o Estados Unidos. Alguns deles eram ex funcionários da Microsoft, e, descobri depois, voltariam a hora que quisessem, tamanha a proximidade que mantém com a empresa. Foi uma surpresa agradável passar uma semana trabalhando lado a lado dessa diversidade e profundidade de conhecimento.

Logo na manhã do primeiro dia percebi uma coisa: a Microsoft cuida de você. Tudo estava à nossa disposição, incluindo transporte, comida, internet, etc. Parávamos algumas vezes durante o dia para tomar café, e até passei uma situação engraçada. Estávamos pegando algo para comer, e peguei um refrigerante, levei para pagar e… era de graça. Quase tudo que você bebe na Microsoft é de graça, café, chá, refrigerante, suco, etc, etc. E os caras bebem refrigerante e café o tempo inteiro. Não é à toa que americano é gordo, bebendo coca cola o dia inteiro daquele jeito. Além disso, essas pausas para o café eram extremamente generosas, e sempre voltávamos com um monte de comida para a sala, e todo mundo mastigava quase o tempo todo. É claro que entrei na onda, e me fingi de americano. Ganhei 2 quilos.O lugar era feio, né?

O trabalho em si foi muito divertido e interessante. Estar ao lado de pessoas com um conhecimento absurdo sobre um assunto (e sendo eu uma delas) foi algo realmente singular. Acho que nunca tinha visto reunido antes tanto conhecimento, de tamanha qualidade, focado em um único propósito por tanto tempo. O feedback dado pela Microsoft sobre o trabalho que realizamos também foi muito positivo, e devo voltar lá mais algumas vezes para mais trabalho, vamos ver.

Ao longo da semana tive alguns momentos de sorte. Um deles foi quando a program manager do Entity Framework, a Elisa Flasko, passou para falar com o time que eu fazia parte. Ela falou um pouco do ADO, EF, Data Services, etc, a ponto de eu ficar em dúvida se ela é PM do EF, ou de todo o ADO, ou de mais pedaços. Enfim, ela se apresentou e terminou com “Podem perguntar o que quiserem”. É claro que eu não ia perder uma oportunidade dessa, todo mundo sabe que eu tenho minhas críticas ao EF 3.5, então joguei muitas perguntas. As respostas dela às minhas perguntas e às dos outros foram ótimas, nada ficou no ar, nada ela disse que não iria poder responder, afinal, estávamos todos sob NDA, então… O que eu posso dizer aqui deste encontro é que estão acontecendo muitas coisas em torno do EF, o time é grande e está dedicado a transformá-lo no ORM de fato da plataforma .Net, algo que, se vocês já olharam o Beta 2 do Visual Studio 2010, está de fato acontecendo. Eles conhecem muito bem as deficiências do EF, e sabem como resolvê-las e onde querem chegar. Percebi que parece haver um intercâmbio da Microsoft com os desenvolvedores de outros ORMs, assim como de outras empresas que fazem provedores para o EF. Foi muito legal ter visto o EF sendo tratado com aquele pé no chão. Meu feeling depois da reunião é de que é questão de tempo para o EF se tornar de fato o que pretende ser: o melhor ORM do mercado para .Net. Os caras não estão para brincadeira.

Tive também a oportunidade de participar de uma reunião de grupo de usuários que aconteceu dentro da própria Microsoft. Fui convidado a participar, assisti uma palestra de VS 2010 dada por um dos program managers do Visual Studio, o Doug Seven. Foi legal ver um dos caras que faz o produto falando sobre ele para uma comunidade de umas 25 pessoas. Ele apresentou as novas versões do VS 2010, falou que agora era a melhor hora de fazer uma assinatura MSDN, porque vão acontecer uns upgrades que vão valer muito a pena. E confirmou que o nome “Team System” morreu, nas palavras dele: “The words ‘Team System’ are gone”. Logo depois um outro palestrante apresentou TDD com .Net, mas não falou quase nada de TDD, conforme eu e outras pessoas concluímos. Um senhor que assistia a apresentação disse que TDD era um nome novo para algo que ele já fazia desde 1972, onde ele disse que praticava TDD nessa época com Mainframes (yeah, right!). É muito comum que existam desenvolvedores mais velhos nos Estados Unidos, algo que ainda temos que alcançar no Brasil. Uma grande parte do grupo era formada por cabeças brancas, que se enturmavam e discutiam com os outros normalmente, entre uma pizza e outra (comida com a mão, claro).

Outro fato interessante foi ter almoçado com o program manager do IronPython. Esse sim disse que não podia nos contar muita coisa, porque era tudo confidencial. Mas deu sua perspectiva sobre vários assuntos do mundo de .Net, o que foi legal também.

Fui a um pub no outro dia com um dos autores do Windows Movie Maker, entre outros produtos. Além disso, bati um papo com alguns desenvolvedores do Windows nessas indas e vindas ao café e ao almoço.

Outro dia fomos passear pelos prédios da Microsoft. São dezenas de prédios em Redmond, um do lado do outro. Na rua você vê carros e ônibus (como esse) que levam os funcionários de um prédio a outro, tudo de graça, e com carros híbridos, ecologicamente responsáveis. Se um ônibus não estiver disponível, você liga e chama um carro pra te levar. Os estacionamentos estão lotados, e tudo é gratuito. Fui à Microsoft Store, que fica numa área mais central. Lá você vê centenas de pessoas caminhando, e o ambiente é mesmo o de uma universidade, daí o local ser conhecido como “Microsoft Campus”:

Microsoft Campus

Na loja, os funcionários pagam um quinto mais ou menos pelos produtos. Comprei um jogo de XBox por 10 dólares. Um XBox Elite saia por meros 250 dólares, e aquele conjunto de direção e pedal, por 80 (aquele mesmo, que aqui no Brasil custa uns 700 reais).

Percebe-se que na Microsoft o clima de trabalho é bem tranquilo. Vejam a janela de uma sala:

"You are entering a world of pain"

"You are entering a world of pain"

Talvez fosse porque era sexta-feira, e à noite era Halloween, mas mesmo assim, “Você está entrando em um mundo de dor” não é algo que você espera ver na janela de uma empresa de software, não é?

Acho que o que fica pra mim desta viagem é que, mesmo já gostando da maneira da Microsoft de trabalhar, ver isso tudo acontecendo de perto é algo muito diferente. Conversar com as pessoas que fazem os produtos é uma experiência incrível. E você percebe que a empresa é muito maior do que você imaginava. Não é a toa que lideram o mundo em investimento em pesquisa e desenvolvimento e em software. Nos diversos e frequentes contatos que tenho com a Microsoft Brasil, não tinha tido até este momento essa visão, talvez porque tão pouco desenvolvimento é feito por aqui, e é até injusto comparar os tamanhos da matriz, e da filial brasileira. Saio desta semana com uma visão bem diferente, e ainda melhor, da que tinha sobre a Microsoft.

Retorno a Redmond em 3 meses, em fevereiro do ano que vem para o MVP Summit 2010. A passagem já está comprada. Antes disso vou rever as pessoas que conheci nesta semana no PDC, daqui a 3 semanas. E claro, vou blogar sobre o PDC, então, se você não for, e quiser saber como está sendo, serei uma das fontes de notícia. E se você for, me dá um toque, nos vemos por lá.


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo Giovanni Bassi em 3 de novembro de 2009 às 01:01 | Tags:

Estou vendendo meu notebook Dell Vostro 1510.

As configurações são as seguintes:

  • Processador Intel® Core™ 2 Duo T8100 (2.1 GHz, 3 MB L2 cache, 800 MHz FSB)
  • Tela de LCD de 15.4" WXGA
  • Memória DDR2 667MHz de 4GB, 2 DIMM
  • Placa Gráfica Nvidia GeForce® 8400M GS de 256MB (64 Bit)
  • Disco Rígido de 250GB (7200RPM) com Sensor de Queda Livre
  • Windows Vista® Home Basic SP1, Original em Português
  • Gravador de DVD 8X +/-RW
  • Audio 2.0 de Alta Definição
  • Placa Wireless Dell 1395 (802.11a/g) cartão miniPCI
  • Webcam de 1.3 megapixels e Microfone Integrado
  • Dell Wireless 360 Bluetooth Interno para Windows Vista
  • 4 saídas USBs, 1 IEEE 1394, leitor de cartões, saída VGA e de rede

Outras observações:

Atualmente estou rodando Windows 7 64 bits com todo o hardware reconhecido e atualizado via Windows Update.

O processador suporta virtualização de hardware, o que permite rodar o novo Virtual PC com altíssima performance. Roda vídeo em full screen sem problemas de performance, e o Visual Studio 2010 Beta 1 que todo mundo reclamava que era lento, nele rodava com performance praticamente igual à do Visual Studio 2008.

Ele dorme em uns 5 segundos, e acorda em 2 segundos.

O índice de performance do Windows 7 dele está abaixo:

image

Vejam que o índice só é 3.5 porque este não é um note de jogo, e portanto sofreu um pouco no índice de gráfico, ainda que a placa seja uma GeForce 8400. Em todos os outros itens ele passa de 5. É um computador muito rápido.

Estou trocando o computador porque estou indo pra fora do país e vou comprar outro. Ele foi comprado em Março deste ano.

O notebook tem garantia até Março de 2010, incluindo algo que a Dell chama de CompleteCare, que cobre até acidentes que destruam o computador, onde eles até trocam o PC se ele for inutilizado, cobrindo quedas, derramamento de café, etc…

Vem com Windows Vista.

O valor é R$ 2500 à vista, e não aceito troca. Se fosse comprar um igual e novo, o preço seria de quase R$ 3000. O computador sempre foi muito bem cuidado, não tem arranhões, e funciona perfeitamente.

Contatos no email giggio [arroba] giggio.net.

O notebook está em São Paulo.

Espalhem a notícia.


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo Giovanni Bassi em 22 de outubro de 2009 às 18:41 | Tags:

Vejam o topo da minha caixa de entrada depois de uma tarde sem ver e-mails (e eu nem estou mostrando o resto – dá medo!):

Emails

Toma ou não toma?


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo giovanni bassi em 3 de julho de 2009 às 20:38 | Tags:

O Lula, como todos sabem, esteve na última edição da Fisl, que aconteceu semana passada. E como sempre, discursou de improviso. O discurso está no site do planalto a disposição de quem quiser ouvi-lo.

Por volta dos 3 minutos e quinze segundos, ele solta esta pérola:

"Agora que o prato está feito, é muito fácil a gente comer. Mas fazer esse prato não foi brincadeira. Eu lembro da primeira reunião que nós tivemos na Granja do torto, porque eu não entendia absolutamente nada da linguagem que esse pessoal discutia, e houve uma tensão imensa entre aqueles que defendiam a adoção no Brasil do Software Livre e aqueles que achavam que nós deveríamos fazer a mesmice de sempre, de ficar no mesmo jeito, comprando e pagando a inteligência dos outros. E graças a Deus permaneceu no nosso país a questão e a decisão do software livre. (urros de alegria na platéia)

Porque nós tínhamos que escolher, ou nós íamos pra cozinha preparar o prato que nós queríamos comer, com esse tempero que nós queríamos colocar e dar um gosto brasileiro na comida, ou nós iríamos comer aquilo que a Microsoft queria vender pra gente. E prevaleceu simplesmente a idéia da liberdade."

Antes de continuar, temos que lembrar que o Lula não é bobo. Ele agracia a platéia com que fala. Se forem economistas fala de um jeito, se for o MST fala o oposto. Sempre fez isso, e não é agora que ia mudar. Além disso, já disse muita besteira de improviso. Essa não é a primeira vez que o freio não segura sua língua.

Diante disso, e apesar disso, acho inadmissível o presidente de um país se colocar de tal forma. Ele foi populista (como sempre), e, em vez de entrar no bom debate, preferiu descer para o nível mais baixo para agradar a horda que o ouvia.

Eu gostaria de saber qual era o "prato" que a Microsoft queria vender ao Lula. Porque eu vendo muitos pratos da Microsoft, e meus clientes estão todos muito satisfeitos. Não entendo porque o governo deve desconsiderar, nas palavras do presidente, qualquer "prato" que seja, simplesmente por questões ideológicas. E vejam bem, são ideológicas, e não morais. Não estamos discutindo aborto, eutanásia ou pena de morte, e sim qual a plataforma mais efetiva para a implantação de um sistema. Isso não se resume a uma receita de comida, como o presidente tentou reduzir o assunto. O debate é técnico e econômico, e não filosófico ou moral.

No começo ele menciona a mesmice de sempre, onde se compra propriedade intelectual. Oras, o próprio governo faz isso o tempo todo. Os remédios que o governo compra também são protegidos por propriedade intelectual, mas as poucas vezes em que investimos na quebra deste tipo de propriedade fomos duramente criticados. O modelo de desenvolvimento de remédios, muito parecido com o de software, precisa de investimentos. É o pagamento por um remédio que financia o desenvolvimento do próximo. Da mesma forma, é o pagamento por um software que financia o desenvolvimento do próximo.

Já senti vergonha deste governo atual muitas vezes. Quando dá guarida a um terrorista italiano, quando não critica a pseudo-democracia venezuelana, quando quase apóia as FARC, quando entrega pedaços da Petrobrás de graça para a Bolívia, quando apóia o regime iraniano, quando manda embaixadores para a Coréia do Norte… Na política nacional a última foi dizer que o Sarney não devia ser tratado como uma pessoa comum, jogando o artigo 5º da constituição no lixo. Não bastava ter criado o mensalão.
E agora mais um episódio.

Lamentável.


Postado na(s) categoria(s) Open Source , Outros , Polêmicas pelo giovanni bassi em 30 de junho de 2009 às 01:59 | Tags:

O Bing, o "decision support engine" (não é mais um search engine) da Microsoft está no ar. Fiz uns testes.

Vejam os resultados:

Procura: missing airfrance airplane
Url procurada: qualquer uma que fale do acidente
Bing: nada
Google: 1º resultado
Vencedor: Google (de longe)


Procura: scrum gathering brazil
Url procurada: http://www.scrumalliance.org/events/57-brazil-scrum-gathering
Bing: 4º resultado
Google: não aparece na primeira página
Vencedor: Bing (de longe)


Procura: giovanni bassi mvp
Url procurada: http://giovannibassi.com ou http://unplugged.giggio.net
Bing: 2 primeiros resultados, e diversos outros a seguir
Google: 6º Resultado
Vencedor: Bing


Procura: google reader
Url procurada: http://www.google.com/reader ou semelhante
Bing: Em segundo lugar aparece um tour em português do reader
Google: 1º resultado
Vencedor: Google


Procura: live messenger
Url procurada: qualquer uma que me deixasse baixar o programa
Bing: 2º resultado (primeiro é do Messenger plus live)
Google: Todos os 3 primeiros resultados
Vencedor: Google

Resultado Final: Google 3 x 2 Bing

Minhas conclusões:

O Bing está em Beta e foi lançado hoje, o Google está aí a mais de dez anos. Só o fato de ele quase levar já é uma vitória. Lamentável que o Bing não mostre o Live Messenger da própria Microsoft como primeiro resultado da busca.Também lamentável que o Google não mostre nada do Brazil Scrum Gathering, que foi tão linkado nos últimos meses. Pelo visto a Microsoft também não tunou o Bing ainda para trabalhar muito bem com notícias, que era algo muito anunciado. O avião da AirFrance está sumido desde a madrugada, as agências de notícias não falam de outra coisa, e o Bing sequer o menciona.

Hoje está sendo o primeiro teste público, agora eles vão começar a pegar feedback. Esta foi uma avaliação inicial, é claro que há muito mais a se avaliar neste novo buscador. Mas com isso, já me sinto confortável a abandonar o Google. Nos próximos dias eu vou bingar, não mais gogglar.

Por algum motivo o Bing ainda não aparece no adicionador de buscadores da Microsoft para o IE.

(Detalhe: Bingar parece que estou no bingo, não usando o Bing, alguém sugere outro verbo?)


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo Giovanni Bassi em 1 de junho de 2009 às 09:51 | Tags:

Os MVPs se encontraram dia 9 agora, e agora que eu faço parte deste seleto grupo, estive lá também.

O Rodolfo Roim, nosso MVP Lead, fez um negócio bem legal com DeepZoom (com Silverlight). Eu nem sabia que já tinha um site pronto para isso, mas parece que tem, é o DeepZoomPix.

Dêem uma olhada. Destaque especial para a bela camisa do Palmeiras no meio do Auditório da Microsoft, bem sobre o púlpito.

Get Microsoft Silverlight

 

Ah, acima vai aparecer um slide show. Para ver o DeepZoom clique aqui.


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo giovanni bassi em 17 de abril de 2009 às 06:25 | Tags: ,

MVPLogo É com grande satisfação que recebi hoje um e-mail da Microsoft me avisando que havia sido nomeado Microsoft Most Valuable Professional (MVP), na competência Visual C#. Meu perfil online pode ser visto aqui.

Para quem não sabe o que é um MVP, é um reconhecimento dado pela Microsoft a individuos que contribuiram fortemente para as comunidades técnicas. Toda contribuição feita à comunidade, seja ela por livros, artigos, blogs, palestras, fóruns, entre outros é avaliada. Há pouco mais de 4 mil MVPs no mundo, sendo por volta de 80 no Brasil. São normalmente pessoas com liderança e forte influência na comunidade e, devido aos benefícios do programa, com acesso privilegiado e antecipado às tecnologias Microsoft.

Fico muito feliz com o reconhecimento, e aproveito este espaço para agradecer alguns amigos que apoiaram e foram (e são) importantes durante os trabalhos que faço junto à comunidade. Agradeço ao Rodolfo Roim, ao Fábio Câmara, ao Marcelo Azuma, ao Marcelo Vianna, Antonio Loureiro e Cristiano Loureiro, ao Renato Haddad (primeiro a abrir um canal de comunicação para mim na então MSDN Magazine, da qual era editor), ao Guinther Pauli (atual editor geral da .Net Magazine), ao Gladstone Matos, à Kaline Dolabella, ao Carlos dos Santos, ao Thiago Cruz, ao Rogerio Cordeiro, e a todos os MVPs que apoiaram e incentivaram meu trabalho na comunidade.

Agradeço também ao apoio de todos da comunidade .Net Architects, que abraçaram minha idéia de criar a primeira comunidade do Brasil focada em arquitetura de software com .Net (e a única que se encontra pessoal e regularmente), e que hoje é uma comunidade viva e vibrante.

Agradeço também a todos que me indicaram para a nomeação, algo que todos podem fazer pelo canal oficial, mandando um e-mail para mvpbr@microsoft.com.

Uns anos atrás, assistindo uma palestra, eu pensei "Poxa, deve ser bem legal ser MVP". Parecia algo impossível, inatingível. Não é inatingível, e comprovo isso agora. Basta que você goste de trabalhar com a comunidade, de participar, de puxar o ritmo, de fazer as coisas acontecerem. Se isso faz parte do seu estilo de vida, o MVP é consequência. Se não, aí sim, é inatingível. Por obrigação o trabalho com a comunidade deixa de ser prazeroso e passa a ser um peso, e a idéia não é essa.

A nomeação é sempre referente ao ano que passou, e foi um ano e tanto! Esse próximo promete também, há muita coisa acontecendo, e a nomeação vai trazer ainda mais oportunidades de contato com a comunidade, o que me traz uma grande satisfação. Que venham os próximos!


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo giovanni bassi em 1 de abril de 2009 às 23:30 | Tags:

Estou no Twitter. Eu também. Me rendi. Achei que não ia, fui lá porque vi o post do Tuca, que também está no Twitter agora, fui reservar um username, e acabei montando o negócio todo. Não conheço mais ninguém no Twitter fora o Tuca. Estou seguindo o Hanselman porque ele posta coisas inteligentes, além do Tuca. Vamos ver como isso vai. Há chances de morrer logo, não prometo nada, nem atualizações frequentes. Vamos ver.

Follow me: http://twitter.com/giovannibassi


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo giovanni bassi em 12 de fevereiro de 2009 às 22:14 | Tags:

Se meu PC está ligado ele está fazendo alguma coisa. Ele nunca fica parado. Se não tenho nada para ele fazer eu coloco ele para scannear vírus, desfragmentar (o Vista faz esse sozinho), sei lá. Senão ponho ele para dormir (esse negócio de hybrid-sleep do Vista também é bem legal, com um toque no teclado o PC está de volta em 3 segundos, e enquanto isso ele está praticamente desligado).

Então hoje eu abusei da minha pobre máquina, e fiquei tão impressionado que vou contar para vocês. A máquina estava, ao mesmo tempo:

  1. Com dois monitores ligados, em full HD, ou seja, a resolução total estava em 3840X1200 (um era meu monitor normal, de 28", e o outro minha TV LCD de 46");
  2. Passando um filme em um dos monitores;
  3. Com uns 6 ou 7 programas abertos (eu sempre tenho pelo menos 6 programas abertos, agora mesmo tenho 7);
  4. Com uma máquina virtual com Windows Vista com 1 GB de RAM aberta, com VPN ligada e Visual Studio aberto;
  5. Com um download manager fazendo download de uns 2 GBs divididos em uns 5 arquivos, cada download sendo feito em 7 threads separadas para ganhar velocidade;

Tudo devidamente monitorado pelo meu Process Explorer, claro.

Aí me lembrei que podia usar aquele tempo "ocioso" da máquina para alguma coisa… Abri o Nero e queimei um DVD que estava pendente enquanto via o filme. E o DVD ficou perfeito.

Há uns 5 anos atrás isso era impossível, hoje é normal. A máquina não deu nenhum sinal de pau. O DVD ter ficado perfeito foi o que me chocou; eu tinha certeza que ia dar algum problema de buffer, eu queimei o DVD a 16x…

Update: Atendo a pedidos, a configuração da máquina é um Core 2 Duo de 2.13 GHZs, rodando a 2.8 com overclock, 3 GB de RAM, 32 bits, Vista Ultimate, índice do Vista de 5,5 (processador: 5.6, memória: 5.9, gráfico: 5.9, gaming: 5.5, HD: 5.6), Nero 7, HD de sistema de 300 GB, e mais dois discos de dados, um de 120GB e outro de 500GB, todos em Sata 2, placa gráfica ATI Radeon HD 2600 XT(256MB de memória) a 400 MHZ, e os 2 monitores (28" e 46").


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo giovanni bassi em 4 de fevereiro de 2009 às 00:06 | Tags:

Fui convidado pela Unip para dar aulas de Programação Orientada a Objetos no curso de Análise e Desenvolvimento de Sistemas. Começo nesta segunda-feira. Vai ser um processo interessante, já que estou bem acostumado a dar aulas, mas não em cursos superiores. O Victor Cavalcante é óbvio responsável pelo convite da Unip, então fica aqui meu reconhecimento pela indicação.

O mais interessante é que eu sou um grave crítico do ensino superior de tecnologia no Brasil, e tenho agora uma oportunidade de fazer diferença. Em último caso, vou poder dizer: "Não no curso que eu ministro". Quem já passou por um teste técnico meu sabe que eu não brinco em provas, então meus alunos não devem esperar um tempo fácil, vou ser o típico professor exigente. E vai ser interessante passar meu conhecimento com OO para mentes frescas (em maioria), poder moldar o que geralmente chega todo torto no mercado de trabalho: conceitos.

Melhor ainda que praticamente toda a graduação da Unip é baseada em C#, ou seja, estarei de férias.


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo Giovanni Bassi em 2 de fevereiro de 2009 às 07:02 | Tags:

A Microsoft costuma dar codinomes para seus produtos antes da versão final. Foi assim com o WCF, a.k.a. "Indigo", WPF, a.k.a. "Avalon", e ADO.Net Data Services, a.k.a. "Astoria". Há dezenas de outros casos. O "Velocity", framework de cache da Microsoft parece que vai se chamar "Microsoft Distributed Cache", ou algo parecido.

Sinceramente, "Velocity" é bem melhor que "Microsoft Distributed Cache", assim como "Indigo" era melhor que "Windows Communication Foundation". O Velocity deve acabar sendo chamado por alguma abreviação, tipo "MDC", o que é ainda pior. "Velocity" passa um conceito tão legal, porque trocar? Realmente não entendo qual o objetivo do time de Marketing, que deve nomear estes produtos. Talvez seja para deixar o produto com um nome mais sério, para ficar mais atrativo aos tomadores de decisão. Será que o nome (somente o nome, esqueçam o produto) "Visual Studio" tem mais seriedade e peso que "Eclipse"? Será que o mercado é tão conservador que vê nomes mais dinâmicos e menos didáticos, como Indigo, como algo superficial?

O engraçado é que para sistemas operacionais eles ainda usam nomes mais bonitos. "Vista" e "XP" são nomes bem legais. "WIndows 7" já não é tanto… será que vai durar até o lançamento?

Eu acho que o caso mais interessante é o caso do search. "Google" é uma palavra tão simples, que até verbo está virando. Começou primeiro nos países de lingua inglesa. "Let me google it", ou "Deixa eu dar uma googlada" (em português fica ruim). Agora, com "Live Search" não fica bom. "Let me live search it". Ninguém vai dizer isso. Em português isso sequer tem tradução.

Alguém dá um toque para esse pessoal do marketing…


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo giovanni bassi em 26 de janeiro de 2009 às 14:19 | Tags:

Observação de início: Para continuar dando notícia no assunto de NNPP (leia antes que a Wikipedia apague), que vi no blog do Luis Abreu, que por sua vez viu no blog do Jay Fields, com o qual eu também concordo.

image O assunto trata de NNPPs, ou programadores de produção líquida negativa, que são programadores que mais atrapalham do que ajudam.

O Jay Fields questiona porque na maior parte das áreas um mau profissional é expurgado e porque em engenharia de software ele continua trabalhando. Questiona porque bons programadores não se recusam a trabalhar com maus programadores. E questiona também porque as pessoas são promovidas tão rapidamente em programação (em três anos o cara já é "arquiteto"), enquanto que em direito, por exemplo, um profissional leva muitos anos para atingir um mínimo grau de senioridade.

Eu tenho somente uma resposta para isso. E até por isso peço a contribuição de vocês. Sempre que alguém comenta esses problemas comigo eu digo: a culpa é do mercado de trabalho.

Afinal, em que outra profissão o profissional passa de júnior a sênior em um ano e meio? Em que outra profissão o empregador implora para o empregado não ir embora? Em que outra profissão o salário sobe ano após ano a um ritmo que é o dobro da inflação? Em que outra profissão você vê tantos profissionais com 21 anos de idade ganhando cinco mil reais por mês? Em que outra profissão o profissional troca de emprego por um real a hora a mais, e o faz algumas vezes no ano? Em que outra pofissão o profissional é promovido com base nos pulos que ele foi dando no mercado, e a cada pulo ele pegava uma posição melhor? Em que outra profissão você se reemprega em uma semana? Não há. É só em desenvolvimento de software.

Não que eu ache que isso é 100% ruim. Certamente é melhor que a alternativa, que é colocar na mão das empresas todo o poder. É o que acontece em tantas áreas, onde o "chefe" manda, e todo mundo morre de medo de ser mandado embora, e pedir aumento é pior que xingar a mãe. Mas eu acho que está na hora de um equilíbrio.

O desequilibrio do mercado de trabalho, devido à falta de profissionais, está deixando muita gente preguiçosa, e muitos estão se tornando NNPPs. Eu já vi muitos casos de programadores que na entrevista sabiam de tudo, e na hora de mostrar trabalho não sabiam de nada. Que fizeram o trabalho tão mal feito que tudo teve que ser refeito, e o que não foi refeito ficou como um câncer no aplicativo, que ninguém queria por a mão.

E realmente alguns NNPPs ganham notoriedade nas empresas. Já vi muito profissional que, por conhecer bem o negócio e ter uma bela lábia (o Brasil é o país da lábia), é tomado por um programador de produção positiva, mas na prática é um NNPP. Já vi uns NNPPs também admirados no mercado, apesar de ser bem mais raro. Em qualquer dos casos, NNPPs com influência têm um potencial de causar dano muito acima do potencial de um NNPP comum.

Essa crise mundial vai por muito NNPP na rua, mas não acho que vai secar o mercado a ponto de equilibrá-lo. Hoje há consultorias que estimam o mercado brasileiro deficientes em 30 mil posições. Outras estimam em 70 mil. Será que a crise vai enxugar 70 mil vagas?

O Jay Fields lembrou, vou lembrar também: não confunda um NNPP com alguém que está entrando no mercado, com vontade de aprender. Ou alguém que está no mercado e está evoluindo. O NNPP não tem a menor vontade de buscar melhorar, buscar padrões e estudo.

E você, conhece um NNPP? Já teve que faxinar as lambanças de um NNPP?


Postado na(s) categoria(s) Outros pelo giovanni bassi em 9 de janeiro de 2009 às 02:49 | Tags:

Quem é Giovanni Bassi

Giovanni Bassi Sou uma pessoa apaixonada por tecnologia e especificamente por .Net. Sou consultor independente especialista em .Net, focado em arquitetura e melhores práticas. Tenho dezenas de artigos publicados na .Net Magazine, revista da qual sou editor técnico. Ministro palestras e cursos de vez em quando, e quando dá tempo eu respiro um pouco. Mais detalhes nesta página.

Busca

Selos

MVP

MCPD

MCSD

.Net Magazine

Abaixo ao if!

Calendário

«  março 2010  »
seteququsedo
22232425262728
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728
2930311234
Ver detalhamento de posts no calendário

Blogs interessantes

    OPMLDownload OPML file

    Postagens recentes

    Comentários recentes

    Disclaimer / Aviso
    As opiniões colocadas neste blog são minhas e pessoais e não expressam necessariamente as opiniões de meus empregadores, pareceiros e amigos. Da mesma forma, os comentários feitos por leitores do blog não expressam a minha opinião.

    © Copyright 2010 .Net Unplugged
    Log in